terça-feira, março 20, 2012

Marina, de Carlos Ruiz Zafón

  



“Na Barcelona dos anos 1980, o menino Óscar Drai, um solitário aluno de internato, conhece Marina, uma jovem misteriosa que vive num casarão com o pai idoso. Em passeios pela cidade, os dois presenciam uma cena estranha num cemitério e se envolvem na resolução de um mistério que remonta aos anos 1940.
Numa tentativa inútil de escapar da própria memória, Oscar abandona sua cidade. Acreditava que, colocando-se a uma distância segura, as vozes do passado se calariam. Quinze anos mais tarde, ele regressa à cidade para exorcizar seus fantasmas e enfrentar suas lembranças - a macabra aventura que marcou sua juventude, o terror e a loucura que cercaram a história de amor.”



Por Insana KZ.
Aos
Fissurados por livros.

Reações:

8 comentários:

  1. No começo do livro não há ação, é bem detalhado, mas não traz estímulos a alguém para devorar as páginas do livro de uma só vez. Após o meio do livro a história entra em tom de suspense, e reviravoltas se tornam frequentes. Em minha opinião, o livro se divide em duas fases: da relação entre Óscar e Marina, que compreende o começo e o fim do livro; e a história da Dama de Preto e a velha Barcelona, compreendendo o "miolo" do livro. Havia lido resenhas antes de lê-lo, e a maioria reforçava o mesmo o que digo agora: este livro não tem gênero literário definido, muda de forma ao decorrer de suas partes. O que acho: Triste mas surpreendente.

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  2. "Cruzei" com Marina por acaso, quando procurava novos livros. Li a sinopse e confesso que não fiquei tão empolgada. Comecei a ler descrente de que seria um livro tão bom quanto 'A Sombra do Vento', do mesmo autor. Eu estava completamente enganada. Sempre tive essa paixão por histórias narrada em primeira pessoa, porque torna a narrativa mais 'verdadeira', e graças à Deus Marina é narrado em 1a pessoa. A descrição da história é feita pelo Óscar Drei, um rapaz bastante cativante. Mas apesar de sua simpatia eu não conseguia entender o porquê do título do livro. Tive que esperar algumas páginas (e confesso que já estava ficando agoniada e quase desistindo) até que ela apareceu. Pronto, começava ali o que seria a leitura mais rápida que já fiz na vida. Demorei a pegar embalo, mas quando este chegou não demoraram nem três dias e quando eu menos esperava eu lia o último capítulo aos prantos, as palavras cortadas pelos soluços e a respiração entrecortada! Só havia chorado lendo um livro de tal maneira UMA vez na vida. E como se não bastasse o choro e eu não conseguia parar de pensar na virada surpreendente da trama e no final da minha querida Marina. E mais uma vez eu fiquei desejando com todas as minhas forças que eu pudesse ver aquela história na tela de cinema...

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  3. Também fico pensando como seria lindíssima essa historia no cinema.

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  4. Comprei o livro pelo texto inicial mostrado na contra capa, que dava uma impressão de uma bela estória. Não foi isso que encontrei. Encontrei falhas cruciais no roteiro que demonstram falta de cuidado com as conexões da estória.

    Dois adolescentes de 15 anos, Óscar e Marina, procuram pessoas que nunca viram antes a fim de investigar um caso que ocorrera há mais de 35 anos atrás. Inexplicavelmente, embora o caso envolva segredos, medos e assassinatos, as pessoas procuradas abrem as portas para estes dois adolescentes e lhes contam, facilmente, sua versão.

    O quarto de Óscar no internato é invadido pela criatura pustulenta que busca um álbum de fotos. A criatura persegue Óscar pelo internato (até as cozinhas), deixando um rastro de destruição, com portas derrubadas, pratos quebrados, sangue espalhado. Quando consegue pegar o álbum, a criatura se vai e Óscar vai para a casa de Marina.
    Dias depois ele volta ao internato para pegar umas roupas e encontra com Dona Paula, uma espécie de coordenadora do internato. Dona Paula sequer questiona sobre o que ocorreu no quarto de Oscar. Não é estranho estar tudo quebrado, portas destruídas e ninguém perguntar nada?

    Outro ponto intrigante é quando Oscar reconhece imediatamente o rosto de Kolvenik (capítulo 24). Como Oscar, que nunca vira Kolvenik antes, só tinha ouvido falar dele, pôde reconhecer um rosto dentre tantas criaturas desfiguradas?

    O livro não emociona e chega a ser previsível.

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  5. Marina foi meu primeiro livro de Zafón, e creio que não vai ser o último. Este livro é instigante, dramático, cheio de charme e incrivelmente empolgante.

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  6. Muito emocionante. Fiquei sem palavras.

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  7. Excelente leitura. Uma narrativa que prende o leitor do início ao fim da história. Super recomendado.

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  8. Marina é umas das personagens mais misteriosas que já conheci. A trama é uma mistura de suspense, mistério, terror e romance. Apesar de ser intitulado como Marina, a história é narrada pelo adolescente Oscar. Não há como negar que Zafon escreve maravilhosamente bem, ele tem o dom de escolher as palavras certas para nos transportar para a antiga Barcelona. Achei os fatos muito bem amarrados, mas não consegui me conectar com a história totalmente e não sei explicar o motivo. Mesmo assim dei 4 estrelas pela criatividade do autor e também porque sei que com certeza lerei os outros livros dele.

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